Review – Indian Chief Classic

Hoje vamos falar da Chief Classic uma cruiser com um motorzão de 1800 cc, o Tunder Stroke 111.

Pra mim o que chama atenção logo de cara nela são esses para-lamas fechados bem característicos das Indians.

No para-lamas frontal, outra marca registrada da Indian, a famosa cabeça do índio.

Rodando com ela, as minhas impressões: Muito macia e confortável, posição de pilotagem muito boa, tando do guidão e da posição das pedaleiras (como podem ver na foto acima, a posição das pernas fica um pouco pra frente, o que é muito confortável na estrada em longas viagens).

Achei também que o motor dela não esquenta tanto quanto nas Harleys e gostei muito da resposta dele, muito forte.

Detalhe do banco, um verdadeiro sofázão…

Como na maioria das customs, mostrador com as informaçãoes básicas, mas tem algumas informações a mais que achei bem interessantes como voltímetro (para verificar a carga da bateria) e temperatura ambiente.

A Chief conta também com o recurso Cruise Control, você pode programar um determinada velocidade para a moto manter. Se não me engano esse mesmo recurso só existe na linha Touring da HD.

O farol dianteiro já vem com o acabamento estilo “cabeça de touro” e a lantern traseira e as setas são com led.

Como na Scout, só não gostei dos retrovisores, achei que destoa um pouco do conjunto…

Um detalhe que achei bem legal é a posição das setas frontais, embaixo no garfo (na Scout também é assim). Acho que deixa o guidão e a frente da moto com um visual mais limpo.

No geral? Simplesmente adorei a moto! Se eu fosse fazer um upgrade na minha Dyna realmente ficaria tentado a pegar uma dessas. Agora no fim do ano chega a Dark Horse também, essa eu acho simplesmente demais, ia me obrigar a quebrar o porquinho com as economias!!!

Pra quem curte dados técnicos no site da Indian tem toda a ficha técnica.

Pra fechar fiquem com mais algumas fotos com detalhes da moto. Novamente não poderia deixar de agradecer novamente ao Alexandre Peixoto por me emprestar a Scout e a Chief para os reviews!Outro agradecimento vai para o meu brother Eduardo Júnio, que como sempre me deu uma força para fazer as fotos em movimento, valeu Duh!

A chegada da Indian no Brasil trouxe ótimas opções para os amantes das motos custom, e a concorrência é muito boa para o consumidor, que só tem a ganhar.

Marcio Vital

Nova Scout Flat Track Racer 750

A rivalidade entre a Indian Motorcycles e a Harley-Davidson, as duas maiores fabricantes de motocicletas dos Estados Unidos, remete ao início do século XX, quando as duas marcas disputavam a preferência do consumidor norte-americano.

Desde o ressurgimento da Indian, após ser adquirida pelo grupo Polaris em 2011, a marca parece disposta a reviver essa rivalidade não apenas com modelos de linha que brigam diretamente com as motos Harley, mas também nas pistas de corrida.

Em abril deste ano, a Harley-Davidson lançou a XG 750R, uma moto para disputar as corridas de flat-track, nos circuitos ovais dos Estados Unidos. Agora, é a vez de a Indian contra-atacar: a fábrica mostrou a Scout FTR 750 na 76ª edição do Encontro de Motociclistas de Sturgis, tradicional evento realizado no Estado de Dacota do Sul que, neste ano, vai até 14 de agosto.

A Scout Flat Track Racer (FTR) 750 utiliza um motor V2 de alta rotação, desenvolvido exclusivamente para as pistas de corrida, e com uma grande caixa de ar. Seu quadro em aço tem uma curta distância entre-eixos e a roupagem da FTR 750 é feita em fibra de carbono.

A motocicleta Scout FTR 750 foi mostrada com o numeral #51 de Bill Tuman, último piloto a vencer um campeonato nacional dos Estados Unidos com uma Indian em 1953. Tuman, aliás, estava presente ao lançamento da moto junto com Bobby Hill, outro integrante da equipe Indian Wrecking Crew, famosa por suas vitórias em décadas passadas. “Nós temos uma história vitoriosa e as corridas estão no sangue da Indian. Todos estamos muito orgulhosos de participar desse momento importante que marca o retorno da Indian às pistas”, afirmou o Presidente de Motocicletas da Polaris, Steve Menneto.

Tony Cavalcanti

Review – Indian Scout

Demorou mas finalmente fiz o test ride na Indian Scout e na Chief. As motos estavam muito concorridas, indisponíveis devido a eventos, etc… Desde já gostaria de deixar o meu agradecimento ao Alexandre Peixoto, diretor da Indian Motorcyle BH pela paciência que teve comigo nessas várias tentativas para fazer as fotos das motos!

A Scout foi produzida de 1920 até 1949 pela Indian, sendo que este novo modelo foi desenhado do zero e lançado em 2015. A moto mescla um visual de linhas clássicas com modernas.

O motor de 1133cc é refrigerado a água e não a ar como a maioria das outras motos custom atualmente no mercado. Neste ponto senti bastante diferença no trânsito dentro da cidade, não sobe aquele “calorzão” do motor nas paradas nos sinais.

Outro ponto é que a vibração do motor é bem pequena, o que pode agradar a algumas pessoas que se sentem incomodadas com a vibração das Harleys por exemplo. Na verdade é só uma observação, pois acho esse item bem pessoal, como já comentei aqui eu adoro a “tremedeira” da minha Dyna.

As pedaleiras são avançadas e a posição do guidão não é nem muito alto nem muito baixo, para a minha altura a posição de pilotagem ficou muito boa.

Acelerando na estrada, gostei da resposta do motor, que segundo a Indian desenvolve cerca de 95 cv. Acima dos 120 Km/h senti a frente da moto um pouco leve e instável, mas é um comportamento parecido que a minha antiga Sportster também apresentava.

O painel de instrumentos segue a linha minimalista que é normalmente adotada nas motos custom com: Velocímetro; odômetro, conta giros digital, luz indicadora de temperatura de motor e luz indicadora de reserva de combustível.

As rodas são de liga, e o pneu da frente é largo (130), dando um aspecto bem robusto a moto. Os freios (com ABS) se mostraram muito bons, respondendo bem rapidamente.

Gostei do acabamento das peças e dos detalhes, mas algumas peças são de plástico (como os piscas por exemplo) e acho que a moto merecia um espelho retrovisor mais caprichado (questão de gosto mesmo).

Outro ponto que gostei bastante da moto foi do conforto. Os amortecedores dela fazem um trabalho muito bom nas nossas ruas esburacadas. Não cheguei a testar as sportsters 2016, que estão vindo com amortecedores progressivos, mas posso falar sem sombra de dúvida que a Scout dá um show nesse ponto se a compararmos com as antigas. Inclusive achei os amortecedores melhores até que os da minha Dyna…

No geral gostei muito da moto, que se dá muito bem para uso no dia a dia do trânsito da cidade e com um motor muito bom para pegar estrada.

Continuem ligados aqui no blog, em breve posto o review da Chief.

A chegada da Indian é muito bem vinda, principalmente para os consumidores, com mais uma ótima opção de motos custom no mercado!

No geral gostei muito da moto, que se dá muito bem para uso no dia a dia do trânsito da cidade e com um motor muito bom para pegar estrada.

O outro agradecimento vai para o meu amigo Duh, que me ajudou com as fotos em movimento.

Marcio Vital

INDIAN ROADMASTER É EXEMPLO DE LUXO E CONFORTO

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Seu nome, em português, quer dizer mestre da estrada. Mais que isso, a Roadmaster, modelo topo de linha da americana Indian, tabelada em R$ 114.990 e montada em Manaus, pode ser também definida com a moto que mais se assemelha ao conceito de classe executiva de companhias aéreas, por investir pesado no luxo. Além disso, o conforto para piloto e passageiro, principalmente em longas viagens, é um ponto alto.

No acabamento, há fios que passam por dentro do guidom. O assento de couro caramelo, com desenhos feitos à mão, forma contraste com a cor da motocicleta, preta. A Touring tem a mesma base da Chieftain, a versão sem o encosto para o garupa e a mala superior. Ela traz para-brisa maior, com regulagem elétrica, e desenho mais elegante e sóbrio – por ter menos cromados. Há ainda o índio que simboliza a marca iluminando o para-lama dianteiro.

Na lista de equipamentos, a Roadmaster traz freios ABS, controlador de velocidade de cruzeiro, partida sem chave, monitoramento de pressão dos pneus, sistema de som com rádio AM/FM, entrada USB, Bluetooth e quatro alto-falantes de 200 watts e travamento remoto das três malas, que juntas oferecem 142 litros.

O painel de instrumentos tem conta-giros e velocímetro analógicos e uma tela digital com outros dados como hodômetros total e parcial, consumo e temperatura. Ele proporciona boa visualização de dia ou à noite. Falta um GPS integrado, item que sua rival, a Harley-Davidson Ultra Limited, oferece.

Em movimento. Como o para-brisa é maior, ele dissipa a turbulência gerada pelo vento no capacete, o que deixa a condução silenciosa. A posição de guiar é bem confortável para braços e pernas.

O motor é um bicilíndrico em V de 1.811 cm3, que gera 16,4 mkgf a 4.000 rpm (a Indian não divulga a potência). O torque é disponível desde baixas rotações e as pernas não esquentam, mesmo no trânsito urbano pesado. O câmbio de seis marchas tem engates longos, mas precisos. O manete da embreagem poderia ser mais leve: o acionamento é cansativo, principalmente no anda e para do trânsito.

O quadro de alumínio fundido dá rigidez ao modelo e lhe permite ser ágil em mudanças de trajetória e curvas, apesar do seu tamanho e dos 421 kg. As suspensões têm curso curto e fazem um ótimo trabalho, já que seus amortecedores trazem ajuste a ar – para neutralizar impactos mesmo com os pisos mais imperfeitos. Os freios a disco, duplos na frente e simples atrás, também são bastante eficientes.

JOSÉ ANTONIO LEME

Estudo diz que andar de moto faz as pessoas mais felizes

Estudo diz

Uma pesquisa realizada na Inglaterra com 1.514 pessoas pelo instituto ICM Research perguntou quais as atividades e hobbys que lhe traziam mais felicidade e andar de moto foi apontada pelos entrevistados como a prática que mais contribui para trazer alegria.

O resultado do estudo surpreendeu os pesquisadores que apresentavam entre as opções de respostas no questionário outras atividades bem conhecidas e muito praticadas pelos ingleses como pescar, correr, nadar, acampar etc.

Outro aspecto detectado na pesquisa mostrou que as pessoas que praticam atividades fora de casa são mais felizes que as que realizam atividades domésticas. Parece que o caminho da felicidade mesmo é andar de moto.

Equipe MOTO.com.br

IINDIAN CHIEFTAIN MESCLA TRADIÇÃO E TECNOLOGIA

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Feita em Manaus e vendida por R$ 99.990, a custom Chieftain (cacique, em português), da americana Indian, subverte a lógica de que o tradicional e o moderno não podem andar juntos. A moto, que chegou ao Brasil este ano, investe em alta tecnologia sem deixar de lado a herança visual da marca.

De série, a Chieftain traz freios ABS, controlador de velocidade de cruzeiro, partida sem chave, monitoramento de pressão dos pneus, sistema de som com rádio AM/FM, entrada USB e Bluetooth e travamento remoto das malas laterais, que, juntas, têm 65,1 litros.

Como em toda custom, chama a atenção o excesso de cromados. O acabamento é de qualidade e se destaca por trazer um visual limpo, ao esconder toda a fiação dos punhos de comando por dentro do guidom. O painel – com velocímetro e conta-giros analógico e uma tela digital com dados de consumo, temperatura, e hodômetros digital e parcial – tem boa visualização.

Há esmero nos detalhes, como o War Bonnet (índio símbolo da marca) iluminado no para-lama dianteiro, que, com o final alongado e curvado também é uma marca dos modelos Indian desde 1934.

Além da carenagem na frente, há o para-brisa com ajuste elétrico de altura, que desvia boa parte do vento. Isso torna a condução mais agradável e reduz a turbulência no capacete.

O motor é um bicilíndrico em V de 1.811 cm3, que gera 16,4 mkgf a 4.000 rpm (a marca não divulga a potência de suas motos), tem torque sempre disponível e não esquenta as pernas, ao contrário da maioria dos modelos que utilizam esse tipo de arquitetura.

O câmbio de seis marchas tem engates longos, mas precisos. O manete de embreagem é pesado e cansa a mão no anda e para do trânsito urbano.

Com chassi de alumínio fundido, mais rígido que um de aço soldado, a Chieftain se mostra bem estável e não fica oscilando em circuitos travados e curvas, apesar de o estilo da moto não ser o mais adequado para esse tipo de trajeto.

A posição de guiar é boa não causa fadiga nem em longos percursos. O porém são os pedais de freios e câmbio longos, exigindo que o piloto estique muito os pés para alcançá-los.

Os freios a disco têm bom poder para parar a pesadona Chieftain, que pesa 389 quilos.

 

PRÓS: MOTOR

O propulsor V2 se destaca por não esquentar as pernas mesmo no anda e para do trânsito intenso.

CONTRAS: PESO

Apesar da boa ciclística, que consegue reduzir o efeito, a Chieftain é pesada.

FICHA TÉCNICA

Preço: R$ 99.990

Motor: 1.811 cm³, V2, gasolina

Torque (mkgf): 16,4 a 4.000 rpm

Câmbio: Seis marchas

Peso: 389 quilos

José Antônio Leme

INDIAN CHIEF 1947 ACOMPANHA GERAÇÕES E FAZ HISTÓRIA

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O início da década de 1950 foi bastante agitada no Brasil. Perdemos a Copa do Mundo de Futebol para o Uruguai e Getúlio Vargas foi eleito presidente da república pelo voto popular. Nesta época, o jovem Orlando Bonadiman começava a escrever sua história de vida, sempre sobre duas rodas. Primeiramente com uma inglesa Norton, depois a bordo de uma Indian Chief 1947. E foi com essa moto que seu Orlando, hoje com 87 anos, pode constituir família e ter boas lembranças do tempo que pilotava a motocicleta pelo interior de São Paulo. A moto ainda está rodando nas mãos do neto e foi restaurada.

Antes de chegar às mãos da família Bonadiman, a Indian Chief pertencia a um sitiante a região de Limeira (SP), que segundo o sr. Orlando não tinha qualquer aptidão para rodar na terra. “Quando tomei posse da moto me empolguei. Ela teve papel importantíssimo para mim e para a minha família, já que trabalhava sozinho para sustentar a mulher e quatro filhos”, conta o experiente motociclista descendente de italianos.

Vital

A velha Indian sempre teve papel fundamental no sustento da família. Nos idos de 1950 ela era usada para visitar as usinas de açúcar, cerealistas e bancos no interior paulista. Nos finais de semana, a Indian transportava toda a família. “Lá ia eu passear com a esposa e mais dois filhos a tiracolo. Essa Indian me deu tudo: trabalho, lazer e boas recordações. Sempre tive uma ligação de corpo e alma com esta moto”, conta, saudosista, seu Orlando.

De lá para cá o mundo passou por inúmeras mudanças, porém a Indian 1947 permanece até hoje na família Bonadiman como elo de ligação entre o passado e o futuro. Totalmente restaurada em 2005, a moto fica agora sob os cuidados de Matheus Bonadiman, de 28 anos, neto do seu Orlando. Ainda jovem ele aprendeu a pilotar a Indian sozinho e superou dificuldades de uma moto tão peculiar que traz câmbio manual e partida a pedal.

Matheus roda com esta relíquia praticamente toda sexta-feira pelas ruas de Limeira. “O sentimento é de muito orgulho. É emocionante pilotar esta moto que ajudou meu avô a construir a história da família Bonadiman”, conta o representante da terceira geração a rodar com a Indian Chief 1947. “Além disso, ver esta moto funcionando traz muitas alegrias e boas recordações ao meu avô”, finaliza Matheus.

Reconstruindo a história

Mas nem tudo foram flores na história dessa moto. Ela ficou inativa por um bom período. Mas era hora de dar vida novamente a este ícone sobre duas rodas. Durante quatro anos a moto passou por uma minuciosa restauração. Para o trabalho de precisão, os Bonadiman convocaram o restaurador Edson Cristovam, da oficina Moto Four, de Limeira (SP). Edson também tem uma forte ligação com a marca americana, pois seu pai também teve uma Indian.

Para deixar a velha Chief no estado atual, algumas peças foram trazidas dos Estados Unidos, outras feitas à mão. Mas tudo seguindo as características e os manuais de época. “O motor, por exemplo, foi refeito dentro das especificações de fábrica”, conta Cristovam, dizendo que a moto está 100% original e funcionando perfeitamente. “Como se fosse zero quilômetro”, afirma o restaurador.

Colocando a velha Chief ao lado dos novos modelos disponíveis no Brasil é possível perceber que a marca manteve o DNA estético e motriz (como o motor V2, então com 74 polegadas cúbicas ou 1.210 cc). E em função da evolução natural do produto houve profundas melhorias como o acionamento do câmbio – que era manual -, embreagem, motor de arranque (ausente nas primeiras edições), freios, suspensões etc. Mas a símbolo do índio continua lá, na ponta do paralama dianteiro, igual ao modelo 1947.

Agência Infomoto

http://www.moto.com.br/acontece/conteudo/indian-chief-1947-acompanha-geracoes-e-faz-historia-98138.html

Indian Motorcycle Pela Primeira Vez no Bikefest Tiradentes

Report

O encontro de motocicletas Bikefest Tiradentes foi ainda mais especial em 2016; ao menos para a Indian Motorcycle, que esteve no evento representada pela concessionária mineira Indian BH. Além dos modelos 2016, incluindo as novas Chieftain e Roadmaster, no estande foram expostos acessórios e uma ampla linha de vestuário com preços e condições de pagamento únicas.

O Bikefest Tiradentes, que em 2016 completou 24 anos de existência, surgiu em 1992 de uma reunião entre amigos que decidiram realizar um encontro de motocicletas para que pudessem trocar ideias, estilos, contar suas aventuras, viagens e o principal, curtirem juntos a paixão em comum pelas duas rodas.

A organização estima que nos quatro dias de evento deste ano o Bikefest reuniu em torno de 30.000 pessoas e que a movimentação financeira na cidade – com a venda de produtos e serviços – tenha superado a cifra dos 10 milhões de Reais.

Um dos diferenciais deste ano foi o local destinado aos expositores. Maior e com mais recursos, a área coberta foi no Santíssimo Resort, com 5.800 m2. Nela, 50 expositores – entre eles a Indian Motorcycle – mostraram desde motocicletas, acessórios e equipamentos, a souvenirs. Neste espaço também esteva o palco, em que o animado festival de jazz e blues alegrou as noites geladas da grande festa motociclista.

A Praça da Rodoviária, que por 23 anos recebeu o Bikefest Tiradentes, continuou a receber os motociclistas interessados em serviços de pequenos reparos, troca de pneus, adesivação e também um amplo estacionamento. Já a maior concentração de motocicletas continuou sendo no Largo da Forras, com máquinas de todos os tipos colorindo as ruas ao seu entorno.

Segundo Paulo Brancaglion, Gerente de Marketing da Indian Motorcycle, “o Bikefest Tiradentes é um evento com a cara da Indian Motorcycle, já que é movido pela paixão à motocicleta. O ambiente familiar e cordial entre os participantes, também nos impressionou”.

Sobre a Indian Motorcycle

Os modelos da Indian Motorcycle chegam ao mercado já como objeto de desejo de diversos colecionadores e amantes das duas rodas. Isso se explica com a relevante história da marca, fundada em 1901, nos Estados Unidos. Em poucos anos, a companhia criou o primeiro motor americano V-Twin a 42 graus para motocicletas. Com isso, as motos produzidas pela empresa foram responsáveis por diversos recordes de velocidade e distância dos Estados Unidos, tornando-se líder de mercado, com recorde de vendas com 32.000 produtos comercializados em 1913.

O sucesso nas competições engloba até mesmo uma vitória no Tourist Troophy da Ilha de Man em 1912, fazendo da Indian a única marca de motorcicletas americana a vencer esta difícil e famosa prova.

Além disso, a Indian Motorcycle foi a responsável por desenvolver soluções inovadoras que vieram a se tornar bastante comuns para o mercado de duas rodas, como a suspensão dianteira ajustável, partida elétrica, iluminação elétrica, suspensão traseira tipo “Swinging-arm”, o acelerador rotativo no punho e a transmissão com duas velocidades.

Em 2011 a Polaris Industries adquiriu todos os direitos sobre a Indian Motorcycle, preservando a herança e a importância histórica para o setor de duas rodas, mas focando no futuro, com produtos modernos e com tecnologia de ponta. Esse retorno torna possível que os amantes de motocicletas possam finalmente realizar o sonho de ter um modelo da marca. Com faturamento de US$ 4,7 bilhões em 2015 a Polaris está presente, além do Brasil, em mais de 130 países.

Primeiro Evento do IMRG no Brasil

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O passeio do Indian Motorcycle Riders Group, realizado em Belo Horizonte (MG), entra para história da marca por ser o primeiro a acontecer no Brasil e na América do Sul.

O IMRG, grupo de proprietários da Indian recentemente lançado no Brasil, tem como principal objetivo unir os proprietários e fãs em torno do universo da marca, propiciando diversas formas de interação e socialização, como eventos, viagens e também um site que contém valiosas informações que vão desde dicas de pilotagem e segurança, a reportagens com sugestões de roteiros e notícias sobre a Indian.

O primeiro passeio promovido pelo IMRG Brasil, aconteceu em Belo Horizonte-MG, tendo como ponto de partida a concessionária Indian BH. Após um animado e farto café da manhã, 26 motos e 31 participantes – alguns vindos de outros estados – cortaram as ruas da cidade rumo a Serra do Rola Moça, perfeita para ser curtida em uma motocicleta em função de suas dezenas de curvas e o visual de rara beleza.

Compartilhem o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=U_r4ySIbBV8

Link para Baixar: https://goo.gl/gpIRNG

Laner Azevedo