INDIAN DAY MEGA SPACE

Neste Sábado foi dia de ver as customs na pista! O Indian Day foi um evento promovido pela Indian BH lá no Mega Space.

 

Motos da Indian disponíveis para test ride, barbearia, show e também um curso de pilotagem com o Leandro Mello (Auto Esporte). Foi muito bacana ver as Indians rodando na pista. Depois do curso (que tinha vagas limitadas), a pista foi aberta para rodar com as Indians disponibilizadas pela organização do evento.

 

Deixo os meus parabéns a Indian BH pela iniciativa de fazer um evento bem diferente como esse! BH continua melhorando na quantidade e qualidade de eventos relacionados a motos Custom.

Marcio – BH RIDERS

INDIAN APRESENTA NOVA ROADMASTER CLASSIC NOS EUA

A centenária fabricante americana Indian Motorcycle (marca controlada pelo grupo Polaris) anuncia a expansão da linha 2017 da protuberante touring Roadmaster, agora na versão Classic, com conjunto de bolsas de couro (alforjes e baú).

 

Apesar do visual mais nostálgico da Roadmaster Classic, o modelo desponta com poderosa motorização dois cilindros Thunder Stroke 111 V-Twin de 1.811 cm³, para-brisa regulável, painel multimídia e freios ABS. O preço sugerido de lançamento nos Estados Unidos é de US$ 26.999.

 

No Brasil, a linha anterior da top de linha Roadmaster tem preço inicial de R$ 99.990 com conjunto de maletas rígidas. A expectativa é que o renovado modelo touring da Indian também desembarque no mercado nacional, possivelmente, no final deste ano ou no início de 2018.

 

– Confira o vídeo de apresentação da nova Indian Roadmaster Classic

 

https://www.youtube.com/watch?v=TotWZVYexuE

Indian lança Springfield para brigar com Harley Davidson Road King

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A Indian lançou nesta quinta-feira (24) a Springfield para o mercado brasileiro.O modelo chega com preços a partir de R$ 91.990, com a montagem feita em Manaus. Veja os preços sugeridos Springfield (preta): R$ 91.990 Springfield (cinza e vermelha): R$ 94.990

O modelo expande a linha da marca, que completa 1 ano no Brasil e já contava com Scout, Chieftain, Roadmaster, Chie Classic e Chief Vintage. Como principal rival, a Springfield tem a Harley-Davidson Road King, que acabar de ser reonavada com o novo motor Milwaukee-Eight. Cidade dos Simpsons? O nome da moto é uma homenagem a cidade de origem da Indian: Springfield, em Massachusetts.

“Foi lá que a marca começou, em 1901”, explica Paulo Brancaglion, gerente de marketing e vendas no Brasil. Por coincidência, é o mesmo nome da cidade fictícia de “Os Simpsons”.

Motorzão

1.8 Sua base é o já conhecido V2 de 1.811 cc de 16,47 kgfm de torque – a empresa não divulga a potência da moto. O chassi é o mesmo da linha Chief, mas a Springfield é mais leve, por não ter as carenagens na dianteira. Na frente, apenas uma grande bolha dianteira no estilo “policial”, que pode ser removida a qualquer momento.

O guidão é alto e largo, priorizando o conforto para o motociclista A moto segue a tradição da centenária marca com o volumoso para-lama na dianteira. As maletas rígidas vêm de série na moto e também são removíveis.

Tecnologia

Apesar do visual bem clássico, a moto traz vários elementos tecnológicos em seu pacote. Além dos freios ABS de série, a motocicleta tem acelerador eletrônica e indicador de pressão dos pneus no painel.

Na dianteira, a suspensão é do tipo telescópica com tubos de 46 mm e curso de 119 mm, dotados de dupla mola. Enquanto na traseiro, é utilizado um monoamortecedor, com 114 mm de curso, e com possibilidade de ajustes na pré-carga e na compressão. Os discos de freio são flutuantes e ventilados, com 300 mm de diâmetro. São dois na dianteira e 1 na traseira.

Rafael Miotto
Indian Motorcycle BH
Av Bandeirantes 1472, Mangabeiras – 31 3306 3000

Review – Indian Chief Classic

Hoje vamos falar da Chief Classic uma cruiser com um motorzão de 1800 cc, o Tunder Stroke 111.

Pra mim o que chama atenção logo de cara nela são esses para-lamas fechados bem característicos das Indians.

No para-lamas frontal, outra marca registrada da Indian, a famosa cabeça do índio.

Rodando com ela, as minhas impressões: Muito macia e confortável, posição de pilotagem muito boa, tando do guidão e da posição das pedaleiras (como podem ver na foto acima, a posição das pernas fica um pouco pra frente, o que é muito confortável na estrada em longas viagens).

Achei também que o motor dela não esquenta tanto quanto nas Harleys e gostei muito da resposta dele, muito forte.

Detalhe do banco, um verdadeiro sofázão…

Como na maioria das customs, mostrador com as informaçãoes básicas, mas tem algumas informações a mais que achei bem interessantes como voltímetro (para verificar a carga da bateria) e temperatura ambiente.

A Chief conta também com o recurso Cruise Control, você pode programar um determinada velocidade para a moto manter. Se não me engano esse mesmo recurso só existe na linha Touring da HD.

O farol dianteiro já vem com o acabamento estilo “cabeça de touro” e a lantern traseira e as setas são com led.

Como na Scout, só não gostei dos retrovisores, achei que destoa um pouco do conjunto…

Um detalhe que achei bem legal é a posição das setas frontais, embaixo no garfo (na Scout também é assim). Acho que deixa o guidão e a frente da moto com um visual mais limpo.

No geral? Simplesmente adorei a moto! Se eu fosse fazer um upgrade na minha Dyna realmente ficaria tentado a pegar uma dessas. Agora no fim do ano chega a Dark Horse também, essa eu acho simplesmente demais, ia me obrigar a quebrar o porquinho com as economias!!!

Pra quem curte dados técnicos no site da Indian tem toda a ficha técnica.

Pra fechar fiquem com mais algumas fotos com detalhes da moto. Novamente não poderia deixar de agradecer novamente ao Alexandre Peixoto por me emprestar a Scout e a Chief para os reviews!Outro agradecimento vai para o meu brother Eduardo Júnio, que como sempre me deu uma força para fazer as fotos em movimento, valeu Duh!

A chegada da Indian no Brasil trouxe ótimas opções para os amantes das motos custom, e a concorrência é muito boa para o consumidor, que só tem a ganhar.

Marcio Vital

Nova Scout Flat Track Racer 750

A rivalidade entre a Indian Motorcycles e a Harley-Davidson, as duas maiores fabricantes de motocicletas dos Estados Unidos, remete ao início do século XX, quando as duas marcas disputavam a preferência do consumidor norte-americano.

Desde o ressurgimento da Indian, após ser adquirida pelo grupo Polaris em 2011, a marca parece disposta a reviver essa rivalidade não apenas com modelos de linha que brigam diretamente com as motos Harley, mas também nas pistas de corrida.

Em abril deste ano, a Harley-Davidson lançou a XG 750R, uma moto para disputar as corridas de flat-track, nos circuitos ovais dos Estados Unidos. Agora, é a vez de a Indian contra-atacar: a fábrica mostrou a Scout FTR 750 na 76ª edição do Encontro de Motociclistas de Sturgis, tradicional evento realizado no Estado de Dacota do Sul que, neste ano, vai até 14 de agosto.

A Scout Flat Track Racer (FTR) 750 utiliza um motor V2 de alta rotação, desenvolvido exclusivamente para as pistas de corrida, e com uma grande caixa de ar. Seu quadro em aço tem uma curta distância entre-eixos e a roupagem da FTR 750 é feita em fibra de carbono.

A motocicleta Scout FTR 750 foi mostrada com o numeral #51 de Bill Tuman, último piloto a vencer um campeonato nacional dos Estados Unidos com uma Indian em 1953. Tuman, aliás, estava presente ao lançamento da moto junto com Bobby Hill, outro integrante da equipe Indian Wrecking Crew, famosa por suas vitórias em décadas passadas. “Nós temos uma história vitoriosa e as corridas estão no sangue da Indian. Todos estamos muito orgulhosos de participar desse momento importante que marca o retorno da Indian às pistas”, afirmou o Presidente de Motocicletas da Polaris, Steve Menneto.

Tony Cavalcanti

Review – Indian Scout

Demorou mas finalmente fiz o test ride na Indian Scout e na Chief. As motos estavam muito concorridas, indisponíveis devido a eventos, etc… Desde já gostaria de deixar o meu agradecimento ao Alexandre Peixoto, diretor da Indian Motorcyle BH pela paciência que teve comigo nessas várias tentativas para fazer as fotos das motos!

A Scout foi produzida de 1920 até 1949 pela Indian, sendo que este novo modelo foi desenhado do zero e lançado em 2015. A moto mescla um visual de linhas clássicas com modernas.

O motor de 1133cc é refrigerado a água e não a ar como a maioria das outras motos custom atualmente no mercado. Neste ponto senti bastante diferença no trânsito dentro da cidade, não sobe aquele “calorzão” do motor nas paradas nos sinais.

Outro ponto é que a vibração do motor é bem pequena, o que pode agradar a algumas pessoas que se sentem incomodadas com a vibração das Harleys por exemplo. Na verdade é só uma observação, pois acho esse item bem pessoal, como já comentei aqui eu adoro a “tremedeira” da minha Dyna.

As pedaleiras são avançadas e a posição do guidão não é nem muito alto nem muito baixo, para a minha altura a posição de pilotagem ficou muito boa.

Acelerando na estrada, gostei da resposta do motor, que segundo a Indian desenvolve cerca de 95 cv. Acima dos 120 Km/h senti a frente da moto um pouco leve e instável, mas é um comportamento parecido que a minha antiga Sportster também apresentava.

O painel de instrumentos segue a linha minimalista que é normalmente adotada nas motos custom com: Velocímetro; odômetro, conta giros digital, luz indicadora de temperatura de motor e luz indicadora de reserva de combustível.

As rodas são de liga, e o pneu da frente é largo (130), dando um aspecto bem robusto a moto. Os freios (com ABS) se mostraram muito bons, respondendo bem rapidamente.

Gostei do acabamento das peças e dos detalhes, mas algumas peças são de plástico (como os piscas por exemplo) e acho que a moto merecia um espelho retrovisor mais caprichado (questão de gosto mesmo).

Outro ponto que gostei bastante da moto foi do conforto. Os amortecedores dela fazem um trabalho muito bom nas nossas ruas esburacadas. Não cheguei a testar as sportsters 2016, que estão vindo com amortecedores progressivos, mas posso falar sem sombra de dúvida que a Scout dá um show nesse ponto se a compararmos com as antigas. Inclusive achei os amortecedores melhores até que os da minha Dyna…

No geral gostei muito da moto, que se dá muito bem para uso no dia a dia do trânsito da cidade e com um motor muito bom para pegar estrada.

Continuem ligados aqui no blog, em breve posto o review da Chief.

A chegada da Indian é muito bem vinda, principalmente para os consumidores, com mais uma ótima opção de motos custom no mercado!

No geral gostei muito da moto, que se dá muito bem para uso no dia a dia do trânsito da cidade e com um motor muito bom para pegar estrada.

O outro agradecimento vai para o meu amigo Duh, que me ajudou com as fotos em movimento.

Marcio Vital

INDIAN ROADMASTER É EXEMPLO DE LUXO E CONFORTO

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Seu nome, em português, quer dizer mestre da estrada. Mais que isso, a Roadmaster, modelo topo de linha da americana Indian, tabelada em R$ 114.990 e montada em Manaus, pode ser também definida com a moto que mais se assemelha ao conceito de classe executiva de companhias aéreas, por investir pesado no luxo. Além disso, o conforto para piloto e passageiro, principalmente em longas viagens, é um ponto alto.

No acabamento, há fios que passam por dentro do guidom. O assento de couro caramelo, com desenhos feitos à mão, forma contraste com a cor da motocicleta, preta. A Touring tem a mesma base da Chieftain, a versão sem o encosto para o garupa e a mala superior. Ela traz para-brisa maior, com regulagem elétrica, e desenho mais elegante e sóbrio – por ter menos cromados. Há ainda o índio que simboliza a marca iluminando o para-lama dianteiro.

Na lista de equipamentos, a Roadmaster traz freios ABS, controlador de velocidade de cruzeiro, partida sem chave, monitoramento de pressão dos pneus, sistema de som com rádio AM/FM, entrada USB, Bluetooth e quatro alto-falantes de 200 watts e travamento remoto das três malas, que juntas oferecem 142 litros.

O painel de instrumentos tem conta-giros e velocímetro analógicos e uma tela digital com outros dados como hodômetros total e parcial, consumo e temperatura. Ele proporciona boa visualização de dia ou à noite. Falta um GPS integrado, item que sua rival, a Harley-Davidson Ultra Limited, oferece.

Em movimento. Como o para-brisa é maior, ele dissipa a turbulência gerada pelo vento no capacete, o que deixa a condução silenciosa. A posição de guiar é bem confortável para braços e pernas.

O motor é um bicilíndrico em V de 1.811 cm3, que gera 16,4 mkgf a 4.000 rpm (a Indian não divulga a potência). O torque é disponível desde baixas rotações e as pernas não esquentam, mesmo no trânsito urbano pesado. O câmbio de seis marchas tem engates longos, mas precisos. O manete da embreagem poderia ser mais leve: o acionamento é cansativo, principalmente no anda e para do trânsito.

O quadro de alumínio fundido dá rigidez ao modelo e lhe permite ser ágil em mudanças de trajetória e curvas, apesar do seu tamanho e dos 421 kg. As suspensões têm curso curto e fazem um ótimo trabalho, já que seus amortecedores trazem ajuste a ar – para neutralizar impactos mesmo com os pisos mais imperfeitos. Os freios a disco, duplos na frente e simples atrás, também são bastante eficientes.

JOSÉ ANTONIO LEME

Estudo diz que andar de moto faz as pessoas mais felizes

Estudo diz

Uma pesquisa realizada na Inglaterra com 1.514 pessoas pelo instituto ICM Research perguntou quais as atividades e hobbys que lhe traziam mais felicidade e andar de moto foi apontada pelos entrevistados como a prática que mais contribui para trazer alegria.

O resultado do estudo surpreendeu os pesquisadores que apresentavam entre as opções de respostas no questionário outras atividades bem conhecidas e muito praticadas pelos ingleses como pescar, correr, nadar, acampar etc.

Outro aspecto detectado na pesquisa mostrou que as pessoas que praticam atividades fora de casa são mais felizes que as que realizam atividades domésticas. Parece que o caminho da felicidade mesmo é andar de moto.

Equipe MOTO.com.br

IINDIAN CHIEFTAIN MESCLA TRADIÇÃO E TECNOLOGIA

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Feita em Manaus e vendida por R$ 99.990, a custom Chieftain (cacique, em português), da americana Indian, subverte a lógica de que o tradicional e o moderno não podem andar juntos. A moto, que chegou ao Brasil este ano, investe em alta tecnologia sem deixar de lado a herança visual da marca.

De série, a Chieftain traz freios ABS, controlador de velocidade de cruzeiro, partida sem chave, monitoramento de pressão dos pneus, sistema de som com rádio AM/FM, entrada USB e Bluetooth e travamento remoto das malas laterais, que, juntas, têm 65,1 litros.

Como em toda custom, chama a atenção o excesso de cromados. O acabamento é de qualidade e se destaca por trazer um visual limpo, ao esconder toda a fiação dos punhos de comando por dentro do guidom. O painel – com velocímetro e conta-giros analógico e uma tela digital com dados de consumo, temperatura, e hodômetros digital e parcial – tem boa visualização.

Há esmero nos detalhes, como o War Bonnet (índio símbolo da marca) iluminado no para-lama dianteiro, que, com o final alongado e curvado também é uma marca dos modelos Indian desde 1934.

Além da carenagem na frente, há o para-brisa com ajuste elétrico de altura, que desvia boa parte do vento. Isso torna a condução mais agradável e reduz a turbulência no capacete.

O motor é um bicilíndrico em V de 1.811 cm3, que gera 16,4 mkgf a 4.000 rpm (a marca não divulga a potência de suas motos), tem torque sempre disponível e não esquenta as pernas, ao contrário da maioria dos modelos que utilizam esse tipo de arquitetura.

O câmbio de seis marchas tem engates longos, mas precisos. O manete de embreagem é pesado e cansa a mão no anda e para do trânsito urbano.

Com chassi de alumínio fundido, mais rígido que um de aço soldado, a Chieftain se mostra bem estável e não fica oscilando em circuitos travados e curvas, apesar de o estilo da moto não ser o mais adequado para esse tipo de trajeto.

A posição de guiar é boa não causa fadiga nem em longos percursos. O porém são os pedais de freios e câmbio longos, exigindo que o piloto estique muito os pés para alcançá-los.

Os freios a disco têm bom poder para parar a pesadona Chieftain, que pesa 389 quilos.

 

PRÓS: MOTOR

O propulsor V2 se destaca por não esquentar as pernas mesmo no anda e para do trânsito intenso.

CONTRAS: PESO

Apesar da boa ciclística, que consegue reduzir o efeito, a Chieftain é pesada.

FICHA TÉCNICA

Preço: R$ 99.990

Motor: 1.811 cm³, V2, gasolina

Torque (mkgf): 16,4 a 4.000 rpm

Câmbio: Seis marchas

Peso: 389 quilos

José Antônio Leme